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O isolamento e o conforto acústico na Arquitetura Corporativa

Ainda que pouco perceptíveis, os ruídos são altamente prejudiciais ao dia a dia de trabalho. Além de atrapalharem a concentração, gerando um ambiente disperso e pouco produtivo, os barulhos, vindos tanto de fora quanto de dentro da empresa, são capazes de resultar sintomas como desgaste e stress.

Sons de máquinas, de conversas, de passos, dos carros lá fora, das construções, e muitos outros, são grandes vilões que precisam ser enfaticamente combatidos no contexto corporativo. Quanto melhor for o conforto e o isolamento acústico, melhor será o desempenho da equipe.

Para garantir estas funções, antes de se pensar nos materiais e equipamentos a serem aplicados, é fundamental estudar a localização do prédio da companhia, pois o entorno de seu terreno irá revelar as necessidades acústicas que devem ser atendidas e quais os procedimentos e tecnologias mais adequados para isso.

Neste estudo, com a ajuda de um profissional especializado o projeto de Arquitetura Corporativa pode ganhar direcionamentos mais precisos sobre quais são os melhores posicionamentos para as janelas e portas em relação à rua, por exemplo.

Se as fontes emissoras de ruídos são muitas e variadas, hoje já é possível contar também com diversas opções para diminuir os seus impactos. Mas, é preciso lembrar que os materiais ou compostos escolhidos para resolverem os problemas devem possuir certificados que atestem a sua performance quanto ao isolamento e absorção de sons. O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) são alguns dos órgãos aptos a emitirem essas certificações.

De modo geral, a questão do isolamento acústico está ligada à densidade dos materiais, que podem ser concreto, tijolo, madeira, vidros laminados, placas de gesso, folhas de aço, filmes poliméricos de alta densidade, entre outros. Quanto mais espessos eles forem melhor será o isolamento. No entanto, é preciso analisar cada caso. A escolha por uma ou por outra solução dependerá das frequências envolvidas. Enquanto sons graves dependem de materiais muito densos para serem isolados, os médio e os agudos não. Nos ambientes, estes podem ser diminuídos com materiais menos densos, como o vidro e o gesso.

Para lidar com a reverberação, ecos e reamplificação de sons que se refletem nas paredes, tetos, pisos, é preciso trabalhar a absorção acústica, fenômeno que pode ser obtido por meio de elementos como tecidos, tapetes, espumas, placas porosas minerais ou orgânicas, fibras e lãs minerais. Neste caso, as faces lisas (que podem refletir e rebater o som) devem ser evitadas. Por isso, a escolha do mobiliário também deve ser muito cuidadosa.

Para proteger e proporcionar um melhor aspecto aos materiais absorventes é possível utilizar tecidos, filmes plásticos e chapas de madeiras, entre outras películas.

Como já dissemos, há diversas soluções disponíveis no mercado. O importante é analisar bem as necessidades e adotar as melhores opções para a Arquitetura Corporativa e para a sua equipe, que dispondo de ambientes com melhor isolamento e o conforto acústico irá trabalhar com maior satisfação e produtividade.

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