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Dividindo e integrando espaços com divisórias piso-teto

Com a crescente utilização dos espaços abertos (open space) na Arquitetura Corporativa um elemento começou a ser cada vez mais requisitado: as divisórias piso-teto. Práticas e flexíveis a readequações, elas se destacaram por sua versatilidade capaz de manter ambientes propícios a integração de equipes e, ao mesmo tempo, capaz de assegurar a privacidade necessária em algumas divisões. Conforme disse Heloisa Dabus em uma matéria sobre o mesmo assunto da revista AU – Arquitetura e Urbanismo:

“Se bem trabalhadas, definem as áreas públicas das privadas, agregam valor e dão charme ao projeto“.

Para que sua utilização e funções possam ser bem desempenhadas, é fundamental que as divisórias estejam sempre indicadas adequada e detalhadamente nesse projeto. Ele deve apresentar definições quanto às modulações, a coordenação com os perfis de forro, as vistas de diferentes módulos e especificações com relação ao pé-direito, aberturas de portas, dimensões dos painéis, tipos de revestimento, entre outros detalhes.

Hoje é possível encontrar divisórias piso-teto de diversos materiais, com diferentes texturas, cores e recursos, o que permite trabalhá-las em valorização de ambientes mais agradáveis e que não comprometem a imagem corporativa ou a identidade da marca expressa dentro da empresa.

Além do resultado estético final que se pode obter, a escolha pelo produto deve levar em conta fatores como: a necessidade de flexibilidade para reconfigurações, as possibilidades para a passagem de cabeamento, a privacidade acústica e visual e o cumprimento às normas técnicas.

As divisórias de vidro, que costumam ser bastante procuradas, merecem uma atenção especial, principalmente com relação à segurança. Para grandes painéis o mais indicado é o laminado, um tipo de vidro seguro que mantém os estilhaços em conjunto quando quebrado.

Quanto à privacidade acústica, as divisórias contraplacadas são as preferidas. Como lembra Heloisa Dabus:

“Para preservar a acústica nas divisórias moduladas com vidros e juntas seca é necessário a vedação com silicone; e portas de abrir e não de correr são fundamentais”

Para acertar é preciso ter sempre em vista as necessidades da empresa, de cada ambiente, optando por soluções econômicas e atualizadas com as novas tecnologias e conceitos, tudo, claro, conduzido e planejado por um bom projeto de Arquitetura Corporativa.

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