As tendências da inteligência artificial na Arquitetura


Inteligência artificial na Arquitetura

O que antes era assunto de filmes de ficção científica começa a se tornar cada vez mais próximo das pessoas. Robôs, máquinas e algoritmos inteligentes já podem ser encontrados em ferramentas e recursos do dia a dia. A internet das coisas (loT) é um exemplo disso. Ela conecta objetos dos mais diversos tipos (como uma simples cafeteira ou um carro) à rede mundial de computadores para realizar funções práticas. No entanto, tudo isso pode ser ainda otimizado. Hoje falaremos, especificamente, da inteligência artificial na Arquitetura.

Em resumo, ela engloba a capacidade de sistemas tecnológicos em “aprender” ao longo do tempo. Isso devido ao armazenamento e a combinações complexas de dados, utilizados para dar respostas mais refinadas ao usuário. Embora ainda haja um longo caminho a ser percorrido nesse sentido, a Arquitetura já pode experimentar recursos surpreendentes, que entregam aos projetos mais assertividade e praticidade.

Então, realidade ou ficção? Vem com a gente saber mais!

Os impactos da inteligência artificial na Arquitetura

Já imaginou descrever um ambiente para o computador e ele desenhá-lo para você, como numa simples conversa? Pois bem, é possível que a inteligência artificial na Arquitetura chegue a esse ponto.

Há um cenário de possibilidades que avança e tem modificado o modo de pensar e planejar ambientes. O ocupante pode interagir mais e fazer parte do projeto. Cabe ao arquiteto explorar de maneira inteligente as tecnologias ao seu redor. Sua atuação agora pode desdobrar-se com mais carinho à experiência do cliente. Mas nem todos estão preparados para essa transformação.

Ferramentas preditivas e de modelagem computacional estão sendo aperfeiçoadas. Novas metodologias estão sendo estudadas para que sistemas adaptativos complexos possam atingir toda sua potencialidade, por hora, apenas visualizada.

Sem dúvida, estamos diante do robô perguntando o que mais ele pode fazer e até onde pode ir. A criação de condições de aprendizado contínuo pela máquina exige que as perguntas sejam muito bem elaboradas. Estamos aprendendo. Contudo, o futuro é inquietante.

Por outro lado, como dissemos, já é possível contar com mecanismos animadores que compõem a multiplicidade da inteligência artificial. Conheça alguns deles…

1. Design Generativo

O Design Generativo é, provavelmente, hoje a aplicação mais difundida da inteligência artificial na Arquitetura e Construção. Nesse processo, o computador aprende e executa centenas de combinações que traçam um caminho evolutivo para criar uma forma.

2. Big data

Eis aqui uma tecnologia fundamental para o desenvolvimento da inteligência artificial como a concebemos. Dados e seus cruzamentos formam a base para a elaboração de proposições, mapeamento de padrões e elaboração de modelos computacionais.

As vastas informações do big data alimentam algoritmos, que são aprimorados a partir dessas novas combinações.

3. Blockchain

O Blockchain é um conceito ainda em formação, que contempla, em suma, uma tecnologia de registro distribuído que busca a descentralização como medida de segurança. Já existem alguns projetos-piloto na área.

4. BIM

A Modelagem da Informação da Construção (Building Information Modeling – BIM) desenvolve processos inteligentes, baseados em dados 3D, que criam uma visualização mais detalhada do projeto. Entrega ferramentas para concepção, projeto executivo, construção e gerenciamento de obras. Assim, colabora com a produtividade, coordenação de documentos, agilidade de entrega e redução de custos.

5. Realidade aumentada

O instituto de pesquisas Gartner aponta que as Realidades Virtual (VR), Aumentada (AR) e Mista (MR) estão mudando a forma como as pessoas percebem o mundo digital. Combinada a outras tecnologias, essas áreas proporcionam uma experiência imersiva do usuário, que pode ser continuamente refinada. Mas o que vemos atualmente é só o começo.

Nós da DABUS ARQUITETURA buscamos sempre a inovação para compor o seu projeto. Por isso, pautas como essa fazem parte do nosso dia a dia. Para saber mais, entre em contato!

Referências: Towards Data Science, CIO, Jornal da Unicamp.