Quais são os impactos da disrupção sobre meu negócio?


Tecnologias revolucionárias encantam e, ao mesmo tempo, assustam. Qual será o papel do homem em meio às máquinas com sua inteligência artificial? Embora recursos como esse estejam na dianteira das transformações que já começamos a vivenciar, não significa que o fator tecnológico resguarde todo o potencial do futuro. Na verdade, mudanças mais profundas podem surgir de lugares e modos inesperados, simples e até despretensiosos, trazendo consigo os impactos da disrupção

Será que sua empresa já os vivencia?

É importante olhar para além da tecnologia. Ela é sim um motor de grande influência. Contudo, é apenas a ponta do iceberg. É preciso acompanhar novas formas de pensar e de encarar como tudo tem sido feito até hoje. É necessário virar a chave mental para fazer parte de um mundo disruptivo, que não cansa de surpreender. O comportamento humano é o grande segredo! 

A seguir vamos entender um pouco melhor como os paradigmas vêm sendo quebrados e como realidades revolucionárias podem nos atingir. 

Afinal, o que é disrupção?

Ter medo do desconhecido é natural. Mas não podemos ser resistentes. Persistir em manter os mesmos padrões frente às velozes transformações que nos acometem é escolher ficar no meio do caminho. 

A palavra disrupção assusta a muitas pessoas, pois ela traz consigo um panorama ainda pouco compreendido. Por outro lado, não podemos negar que ela esteja ligada a uma revolução no mercado. Como você vê isso? 

O conceito nasceu com Clayton Christensen, professor de Harvard, que também o refinou ao longo dos anos a partir de seus estudos. Sua inspiração foi a ideia de “destruição criativa”, apresentada pelo economista austríaco Joseph Schumpeter, em 1939. De acordo com ele, o capitalismo funciona em ciclos. Cada nova revolução, seja ela de cunho industrial ou tecnológico, destrói a anterior, tomando o seu lugar. 

Com base nisso, a disrupção seria o processo pelo qual novos produtos/serviços/negócios são desenvolvidos, com a capacidade única de romper o status quo, numa dinâmica que desestabiliza as empresas líderes e substitui mercados já estabelecidos. YouTube, Netflix e outros serviços de streaming são alguns exemplos evidentes que conseguiram esses feitos.  

Em geral, não estão em jogo soluções muito sofisticadas ou complexas. Pelo contrário. Elas tendem a ser menos burocráticas e mais acessíveis – inclusive do ponto de vista do consumidor. Portanto, acabam sendo mais competitivas.

Segundo Christensen, a disrupção é diferente das “inovações sustentáveis”. Essas não chegam a criar novos mercados. Concorrem entre si de maneira mais tradicional.

Impactos da disrupção 

A era da disrupção não aceita mais “elefantes corporativos”, pesados, lentos, monótonos e burocráticos. Esses, cedo ou tarde, serão expurgados por um mercado formado por novas empresas, transformadoras, criativas e flexíveis.

Uma empresa disruptiva precisa ser extremamente ágil para mudar. E isso exige líderes igualmente ágeis! 

Não adianta o líder ser ágil e visionário se suas tecnologias são obsoletas e seus processos, engessados. Um exemplo seria insistir em fazer gestão de documentos baseada em papéis e outros arquivos físicos.

Para seguir o ritmo é fundamental rever os métodos de fazer negócio. Aliar-se a outras empresas para criar novas iniciativas e modelos é uma saída inteligente, que precisa começar a ser encarada com mais atenção. Entretanto, é indispensável estar disposto a sair do lugar-comum para viver uma era de adaptação constante frente aos impactos da disrupção. 

Nós da DABUS ARQUITETURA contamos com um time inquieto, ávido por inovações e métodos que entreguem ao seu projeto a capacidade de oferecer as melhores condições para desenvolver um trabalho a frente do seu tempo.

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Referências: DocuSign, Medium, Na Prática, Meu Positivo.